Esta semana foi fértil na informação dos programas eleitorais dos partidos políticos concorrentes ás eleições legislativas, nos círculos da emigração.
Quero aqui salientar os programas do PSD e PS, pela simples causa de ambos terem ao longo de mais de 25 anos, tido deputados eleitos nos círculos da emigração em alternancia.
É de espantar o ataque do PSD ao PS, no folheto de propaganda eleitoral. Não saberia eu escolher entre os dois se não tivesse uma opção de voto. É do género ver se quem fez pior foi o PSD ou o PS. O PSD não se esqueça que em matéria de política das comunidades foi do pior que tivemos em todos estes anos. Ao PS faltou-lhe a sencibilidade política para tratar de temas das comunidades, onde algumas foram mais de teatro político, do que no concreto.
Poderia enunciar muitos, mas existe um que é de espantar.
O Consulado Geral de Portugal em Osnabruck. Quando entramos no Consulado, diz mais ou menos isto uma placa dourada. – “ Foi inaugurado o sistema informatizado nos consulados por sua excia o Eng José Lello – Secretário de Estado das Comunidades” .
Este é Consulado que o PSD, pela mão do Secretário de Estado das Comunidades quiz encerrar.
Isto é bradar aos céus!!, por um lado de sistema informatizado, o que vi, foi da troca de máquinas de escrever, por computadores.
Por outro lado, por imbirração de tentar mostrar á “chefa”, Manuela Ferreira Leite, José Cesário , toca de mandar encerrar um consulado, que funcionava bem, numa área onde existem milhares de Portugueses, tanto que depois recuou, por muita pressão da comunidade local e do Conselho das Comunidades.
Mas aqui está um exemplo da disputa de coisas bem mal feitas, e de grande aparato sencionalista que tivemos nas comunidades promovido pelo PS e PSD.
Existem outras áreas, que se formos ver bem, teríamos muito para dizer, acerca de muitas incompetencias e de falta de respeito para com as comunidades portuguesas.
As Comunidades Portuguesas, necessitam de políticas objectivas, para os seus anseios serem concretizados e de um grande amor a Portugal.
Chega de demagogia, queremos gente que seja séria e coerente políticamente.
Para isso o melhor é votar CDU.
José Xavier
28/01/05
Comunidades Portuguesas é algo muito importante para Portugal! Infelizmente muitos políticos só se lembram delas em campanhas eleitorais. POR UMA POLÍTICA DE COMUNIDADES PORTUGUESAS!!
sexta-feira, janeiro 28, 2005
terça-feira, janeiro 25, 2005
O Recenseamento Eleitoral e a participação nas eleições.
Como temos nos apercebido, dos cerca de 4,5 milhões de Portugueses que vivem nas Comunidades só estão recenseados cerca de 160 mil, tendo vindo a baixar este número em cada acto eleitoral.
Se por um lado é preocupante, é simultaneamente o espelho da forma como a lei está, e da forma como os políticos portugueses tem tratados os potenciais eleitores nas comunidades. O direito de cidadania e o direito cívico é limitado aos portugueses que vivem fora de Portugal.
Sendo o recenseamento eleitoral facultativo, poderei considera-lo lógico, pois teremos de ter em conta, em muitas situações das distancias que muitos dos Portugueses terão de percorrer para realizarem o acto de recenseamento.
No entanto penso que o acto eleitoral deveria de ser obrigatório.
O processo é muito fácil, basta ligar legalmente o acto da inscrição consular ao caderno eleitoral e isto fica simplificado.
Por exemplo, não estou a ter uma ideia do outro mundo, pois os “nuestros hermanos” espanhois têm este sistema.
Para nós emigrantes portugueses basta só enquadrá-lo legalmente, e definir concretamente a forma desse recenseamento.
Outro aspecto complicado, e muito fora do tempo em que vivemos é a forma de votar.
Teremos que ter o número do respectivo cartão e UMA FOTOCÓPIA desse mesmo elemento, colocar dentro do envelope, que não o verde, etc, etc, etc,
Enviar depois pelo correio, sistema que é próprio em muitas vezes, do tempo das eras em que o pombo correio fazia esse serviço.
Então hoje com o acesso ás novas tecnologias, onde tudo funciona, poderemos dizer perfeito, será que é muito complicado, distribuir pelos postos consulares e embaixadas e ainda por muitas das associações portuguesas, com acesso á internet, terminais de votação electrónica.
Muito há que fazer nestas duas questões, pelo poder político e legislativo em Portugal, ou então teremos sempre cidadãos que vivem em Portugal de pleno direito cívico e teremos alguns que pretender ser de pleno direito, mas que para isso terão de pagar até o envio do boletim de voto para Portugal.
É urgente serem tomadas medidas.
José Xavier
25.01.2005
Se por um lado é preocupante, é simultaneamente o espelho da forma como a lei está, e da forma como os políticos portugueses tem tratados os potenciais eleitores nas comunidades. O direito de cidadania e o direito cívico é limitado aos portugueses que vivem fora de Portugal.
Sendo o recenseamento eleitoral facultativo, poderei considera-lo lógico, pois teremos de ter em conta, em muitas situações das distancias que muitos dos Portugueses terão de percorrer para realizarem o acto de recenseamento.
No entanto penso que o acto eleitoral deveria de ser obrigatório.
O processo é muito fácil, basta ligar legalmente o acto da inscrição consular ao caderno eleitoral e isto fica simplificado.
Por exemplo, não estou a ter uma ideia do outro mundo, pois os “nuestros hermanos” espanhois têm este sistema.
Para nós emigrantes portugueses basta só enquadrá-lo legalmente, e definir concretamente a forma desse recenseamento.
Outro aspecto complicado, e muito fora do tempo em que vivemos é a forma de votar.
Teremos que ter o número do respectivo cartão e UMA FOTOCÓPIA desse mesmo elemento, colocar dentro do envelope, que não o verde, etc, etc, etc,
Enviar depois pelo correio, sistema que é próprio em muitas vezes, do tempo das eras em que o pombo correio fazia esse serviço.
Então hoje com o acesso ás novas tecnologias, onde tudo funciona, poderemos dizer perfeito, será que é muito complicado, distribuir pelos postos consulares e embaixadas e ainda por muitas das associações portuguesas, com acesso á internet, terminais de votação electrónica.
Muito há que fazer nestas duas questões, pelo poder político e legislativo em Portugal, ou então teremos sempre cidadãos que vivem em Portugal de pleno direito cívico e teremos alguns que pretender ser de pleno direito, mas que para isso terão de pagar até o envio do boletim de voto para Portugal.
É urgente serem tomadas medidas.
José Xavier
25.01.2005
quinta-feira, janeiro 20, 2005
LEGISLATIVAS 2005 - DEBATE NA RTPI
LEGISLATIVAS 2005 - POR UM DEBATE PLURALISTA E ATEMPADO NA RTPInternacional
Se concorda com esta proposta vá no site da RTP e passe esta mensagem a toda a sua lista.
http://www.rtp.pt/wportal/participe/formulario.php
Cole o seguinte texto no espaco para textos
depois escolher Televisao- Emissoes Internacionais
Estimados Senhores da RTP Internacional
Brevemente as comunidades portuguesas vao participar no acto eleitoral das legislativas de 20 de fevereiro de 2005.
Como certamente é do seu conhecimento, as comunidades portuguesas, vão receber os votos, por correspondência nos próximos dias e terão de os remeter de novo a Portugal, logo de imediato, de forma que chegue dentro das datas legalmente destípuladas.
Afim de haver pluralidade de informação e de escolha de candidatos, solicito que seja realizado em tempo hábil um debate com os cabeças de listas concorrentes ao acto eleitoral nas comunidades portuguesas.
Sem outro assunto
Ateciosamente
Se concorda com esta proposta vá no site da RTP e passe esta mensagem a toda a sua lista.
http://www.rtp.pt/wportal/participe/formulario.php
Cole o seguinte texto no espaco para textos
depois escolher Televisao- Emissoes Internacionais
Estimados Senhores da RTP Internacional
Brevemente as comunidades portuguesas vao participar no acto eleitoral das legislativas de 20 de fevereiro de 2005.
Como certamente é do seu conhecimento, as comunidades portuguesas, vão receber os votos, por correspondência nos próximos dias e terão de os remeter de novo a Portugal, logo de imediato, de forma que chegue dentro das datas legalmente destípuladas.
Afim de haver pluralidade de informação e de escolha de candidatos, solicito que seja realizado em tempo hábil um debate com os cabeças de listas concorrentes ao acto eleitoral nas comunidades portuguesas.
Sem outro assunto
Ateciosamente
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